Publicado por: miraph | 3 março, 2009

Eu no Rádio

Café para se manter acordada - correria cotidiana!

Café para me manter acordada - correria cotidiana!

O texto abaixo foi o exercício da aula de ontem – Projeto experimental em Rádio na Unisinos.

Um teste de voz para começar bem o ano – e a reflexão sobre o que estive fazendo por aí…óbvio que não falei tudo isso ontem…vergonha, sei lá!! Achei melhor resumir!!

Abaixo segue a versão completa:

Olá Ouvintes!/

Sou Michelle Raphaelli, vou estar conversando com vocês a partir de agora!//

Jeronimense, 26 anos. Minha cidade, São Jerônimo fica a aproximadamente 67 km da capital Porto Alegre. /

“Jornalequeira nata”, posso assim me definir./  Em 2001, trabalhei em um jornal de bairro na Capital (Fala São João) antes mesmo de iniciar a faculdade./ Neste jornal, tive a oportunidade de aprender muitas coisas e intensificar minhas aptidões, ter a certeza da minha escolha./

De lá pra cá minhas atividades foram todas voltadas para comunicação social – como auxiliar de publicidade nas Lojas Lebes eu aprendi profissões como designer gráfico, web designer na produção, planejamento de comunicação interna e atualmente a assessoria de imprensa tem ocupado espaço especial das minhas preocupações diárias./Além destas atividades – a responsabilidade de lidar com grandes tiragens, grandes eventos me fizeram amadurecer e fez a opinião crítica que sempre tive se intensificar./

Em paralelo aos trabalhos da Lebes. / Criei em 2003, um site – bahdaladas.com.br – em conjunto com 5 amigas, nesta atividade aprendemos que o trabalho em equipe é TUDO e também é duro!/ Fomos destaque na Região Carbonífera – fazíamos cobertura de festas das seguintes cidades: São Jerônimo, Triunfo, Charqueadas, Butiá, General Câmara e Arroio dos Ratos. /Além das festas, o site fazia a coluna social da cidade – aniversários, casamentos./ Divulgávamos a agenda de eventos destas cidades e entrevistamos gente famosa, lidamos com concorrência e adorávamos quando conseguíamos a excluisividade. /Todos os aprendizados da faculdade foram depositados nesta experiência./

O sucesso do site atraiu o convite para produção de um jornal impresso – O caderno O Bah!  – 4 páginas coloridas encartado no Jornal Portal./  Na época o jornal tinha circulação em toda a região, o que tornou vantajoso para nós, iniciantes em comunicação – entendíamos que com o jornal atingiríamos as cidades de cobertura do site e chegaríamos a um público que não tinha acesso a internet (que na época era restrito, embora estive  em constante crescimento,mas ainda não existia o orkut, por exemplo)./

Para a produção das 4 páginas do caderno O Bah!,  escolhíamos as pautas, fazíamos as reportagens, vendíamos espaços publicitários – ou seja, era uma trabalho completo mesmo. /Muitas noites em claro fazendo a diagramação e correção destas 4 páginas – era sem dúvida levado a sério – e a produção impressa gerava uma certa satisfação profissional./

O trabalho no site acabou e trouxe para minha vida profissional muitas experiências, que nenhuma faculdade no mundo pode transmitir a um aluno./

Me vejo no futuro produzindo programas de rádio – correria de produção, preparando pautas, agendando entrevistas./ Ou quem sabe na TV? Grandes reportagens, documentários, produção./ Consigo imaginar várias situações  porque me considero multimídia – não saio de casa sem meu celular, não fico sem internet./

Hoje em dia não fico sem ouvir rádio, sem tomar água – as duas opções são hábitos que adquiri a pouco tempo. Adoro dormir e ler./ Também não dispenso um cafézinho forte para me manter acordada. Estou numa fase bem dinâmica da minha vida, muitas atividades ao mesmo tempo: trabalho, faculdade, projetos, trabalho de conclusão da faculdade./ Ando sem tempo – atarefada demais para um cineminha, infelizmente./

Sou gremista, vitoriosa e orgulhosa. Ando com saudade de grandes títulos isso é fato, mas futebol é assim mesmo!/

Governo de Yeda – defino como de insegurança total, mas como disse Rosane de Oliveira em ZH, “Impeachment não é Aspirina”/

Governo Lula – Surpreendente, comunicativo, o governo dos projetos e do oportunismo, a ministra e futura candidata a presidência, Dilma que o diga./

Uma música –  todas da Cidadão Quem. /

Algumas dicas para finalizar: Ler jornais, livros, blogs, sites de notícias./ Ser ecologicamente correto./ Tomar água./ Fazer amigos./

Bom é isso pessoal./

Até o próximo programa.//

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Publicado por: miraph | 26 fevereiro, 2009

Páscoa = chocolate: Oba!

Comércio já comemora as boas previsões de vendas de Páscoa.

Comércio já comemora as boas previsões de vendas de Páscoa.

O carnaval passou, março está aí e a próxima data quente do comércio é a Páscoa. Neste ano, a data vai propiciar a venda de chocolate – 12 de abril. As temperaturas deverão estar mais baixas o que ajuda na conservação dos Ovos – principal item de venda no comércio – por unir as duas maravilhas da criançada: brinquedo e chocolate. O otimismo no comércio faz parte das especulações com relação a mudança de comportamento do consumidor. Com a crise econômica, houve a necessidade de mudar – o consumidor sofre com a limitação ao crédito, insegurança com relação ao futuro de seus empregos; com tudo é fácil deduzir uma certa redução de gastos com bens duráveis por parte do consumidor. O que deve ocorrer, segundo especialistas em compras para o varejo, é a alteração no comportamento deste consumidor, que deve reduzir consumos mais elevados como carros, refrigeradores, por exemplo. E em contraponto, aumentar o consumo de produtos mais acessíveis como vestuário, chocolates, enfim.

Bom para a época – é tempo de comprar chocolate!

 

Para Andrigo Schuch, gestor de compras das Lojas Lebes a Páscoa de 2009 terá um ótimo resultado.

Confira abaixo a entrevista.

 

Quais são as novidades para 2009 referente a venda de chocolate?Todo ano são lançadas novidades pelas marcas, mas para está páscoa tivemos algumas substituições de ovos e brindes. A principal novidade em 2009 mesmo é a data da páscoa, que é muito favorável por ser no início do mês e principalmente em uma época de temperatura mais amena.

No cenário geral de crise em que o consumidor pode estar mais concentrado em gastar menos – em contraponto, pode haver aumento nas vendas de chocolates, já que a páscoa também compete com bens duráveis: computadores, mp3, videogames, bicicletas…etc? Esta informação foi analisada?De novo temos a Crise Financeira Global, que de uma maneira ou de outra acaba alterando o comportamento do consumidor, quanto a concorrência com bens duráveis não houve nenhum lançamento significativo no mercado que possa alterar as vendas de chocolates. O mercado de chocolates (Páscoa) já está consolidado no Brasil.

 Houve um aumento na compra de chocolates para 2009?Para este ano estamos projetando um aumento de até 10% nas vendas de chocolates, pois tivemos abertura de novas lojas, e para que possamos atingir este objetivo compramos um pouco a mais do que no ano anterior.

O público infantil é motivado pelo chocolate em si ou pelos brindes acoplados nos ovos de chocolate? O que é levado em conta na hora da compra dos estoques?Qual a criança que não gosta de chocolates e brinquedos? Este produto é sem dúvidas a maior aposta em todas as páscoas, e quando o brinde é de agrado dos pequenos consumidores ele se torna o primeiro item a faltar nas parreiras de chocolate.

Qual é o diferencial competitivo Lebes na hora da venda dos chocolates para a Páscoa?Variedade? Marcas? Preço? Condição de Pagamento? Ou…?Contamos com uma grande variedade de ovos de chocolate, além dos principais lançamentos das grandes marca.Além disso, temos uma política agressiva de preços na qual nos permite concorrer com os grandes hipermercados do estado. Mas com certeza o diferencial competitivo é a condição de pagamento, onde contamos com prazos de pagamentos de até 15 vezes com entrada para 60 dias.

Quais marcas serão encontradas na Lebes?Neste ano estaremos trabalhando com as marcas Garoto, Nestlé, Neugbauer e Kinder Ovo.  

 

 

 

 

 

Publicado por: miraph | 26 fevereiro, 2009

O Bloco da Terceira Idade é só saudade!

mascaras1Há anos que eu passava o carnaval longe de São Jerônimo. Nem lembro qual foi o último carnaval em que fiquei na cidade, neste ano – por um acidente do destino tive que ficar. Sou daquele grupo de pessoas que fica algumas horinhas dentro do carro…e que, nem se incomoda com o movimento na freeway – o negócio é chegar na sexta -feira na praia pra curtir o feriadão mesmo que com chuva até quarta-feira de cinzas.

Passadas as folias, afinal hoje já é quinta – voltei ao blog e pude prestigiar o comentário da Ju sobre os carnavais antigos. Lembrei que na segunda-feira passada, véspera do feriado de carnaval fui até o centro de São Jerônimo e não pude deixar de ver os blocos desfilando pela Ramiro Barcelos. Embora muita gente tenha feito o trajeto em direção a praia, ainda teve quem levasse até a avenida sua cadeira para ver,”confortavelmente”, a “banda” passar.  A praiana, o bloco do Boi, e o Bloco da Terceira Idade fizeram sua parte – aplausos e risos eram óbvios entre o público. 

O que me fez refletir e voltar a escrever sobre o carnaval foi justamente a emoção dos velhinhos do Bloco da Terceira Idade.  Deviam ser no máximo 30 componentes, todos emocionados cantavam o refrão improvisado, que falava em liberdade e no tempo que passou. Tempo esse, que deixou saudade – e a saudade cantada na música, também transparecia nos olhos de muitos, que choravam tanto na platéia como na avenida.

Por alguns minutos me peguei um tanto emocionada – verdade! Fiquei ao lado de um senhor que assistia na calçada, atrás da corda de proteção – dizia ele baixinho: “Queria estar lá! Mas não posso, dói minhas pernas!” Ele chorava encantado, emocionado. E eu ali, nem sabia o que dizer, só fiquei a pensar e imaginar a saudade que eles – os velhinhos do Bloco sentem dos carnavais de antigamente.

A emoção tomou o lugar da nostagia citada no texto sobre o “Ah carnaval…que saudade!”

Vim registrar que de saudade vive o Bloco da Terceira Idade – e porque não dizer, que de saudade ainda vive quem desce para o centro da cidade com sua cadeira e assiste aos desfiles na Ramiro Barcelos.

Publicado por: miraph | 21 fevereiro, 2009

Upgrade no Berço – foi esse o Título.

Retorno de publicação do Release enviado dia 19/02/2009 para a Coluna Informe Econômico de Lurdete Ertel.

retorno-de-assessoriaemail

Publicado por: miraph | 20 fevereiro, 2009

Carnaval…Ahh que saudade!

Para quem fica na cidade durante o carnaval, o clima é de total nostalgia! Infelizmente.

Para quem fica na cidade durante o carnaval, o clima é de total nostalgia! Infelizmente.

Há dois anos atrás, fui ao centro de Porto Alegre em busca de acessórios para uma festa à fantasia. Os acessórios seriam distribuídos aos convidados na entrada desta festa.

A tal festa nem era próxima da data do Carnaval – era agosto ou setembro (não lembro bem).

A ideia era criar um clima já de cara para que os convidados entrassem no embalo da festa.

Depois de  uma hora caminhando, entrei numa loja que fica em uma daquelas ruazinhas, não lembro o nome da rua, mas logo acima é a famosa Otávio Rocha. Pois bem, nesta lojinha – encontrei todos os acessórios necessários – ao pagar pelas compras – puxei o talão de cheques e o senhor que me atendeu – que tinha sotaque espanhol, olhou para o endereço e gritou:

– TU  É S  D E  S Ã O   J E R Ô N I M O ?

De cara me assustei! Mas logo percebi que aquele senhor só teria coisas boas para falar e lembrar da minha cidade.

– O MELHOR CARNAVAL QUE EU JÁ VI EM TODA MINHA VIDA! disse ele.

– E COMO ESTÃO AS COISAS POR LÁ? O CARNAVAL AINDA É COMO NOS VELHOS TEMPOS?

Me senti constrangida, mas não pude mentir! Nosso carnaval não existe mais. Aliás, eu nem cheguei a perceber a grandiosidade deste espetáculo que acontecia em São Jerônimo.

No final dos anos 70, já estava decadente. Nos anos 80, quando eu nasci o Carnaval já era como o de hoje – nostálgico. Quem pode – foge para o litoral em busca de descanço e praia. Mas meu pai, que era bem guri na época de ouro, me contou que nos tempos de Imperatriz (Jeronimense mesmo) fazia sucesso nos desfiles. E que o Carnaval de São Jerônimo era mais prestigiado que o carnaval do Rio. Dá pra imaginar?

Pois é? Quando falamos com os moradores  mais velhos da cidade – notamos uma certa nostalgia no olhar, mas uma emoção nos olhos transparece a saudade e o orgulho de ter participado daquela época.

Ontem, quando me veio a lembrança esta história do senhor da lojinha do centro de Porto Alegre – eu quis tentar encontrar algo sobre o que ele falou – sobre o glamour do carnaval jeronimense. Fui para a internet, e…

…NADA! Não encontrei nenhuma linha sobre os carnavais de São Jerônimo.

Deixo aqui a ideia… porque ainda não temos em nossa história registros de um fato tão importante para nossa cidade?

Alguém se habilita?

Publicado por: miraph | 20 fevereiro, 2009

Divulgação Diário Gaúcho

Divulgação - Enviamos este email ontem para o público interno Lebes

Divulgação - Enviamos este email ontem para o público interno Lebes

Resultado do primeiro release de divulgação sobre a vinda do Luciano Szafir para o Rio Grande do Sul.  O empresário, ator, pai de Sascha e embora não comentem na imprensa – o “namorido” de Xuxa fotografou para a Lebes no início do mês de fevereiro. As fotos foram realizadas no Fotograma Studio por Rogério Silveira, produção de Moda – Elis Origuella; todo o trabalho sob a supervisão da Agência Matriz e Rafaela Ariza do Marketing Lojas Lebes. O material que inclui: Revista, Outdoor, folders especiais, pontos de venda poderão ser visualizados somente a partir de 1º de Março.

Enquanto isso, vamos acompanhando a divulgação nos jornais.

Publicado por: miraph | 19 fevereiro, 2009

Luciano Szafir esteve no RS

Luciano Szafir mostrou no ensaio fotográfico para Rede Lojas Lebes, que seus talentos vão além das vendas de suas marcas exclusivas. Como por exemplo, as marcas dos seus relógios que estão presentes em todos os look’s fotografados.
O pai da Sasha (filha da Xuxa), ousou brincadeiras durante a produção de fotos.

Brincadeiras para a câmera do fotógrafo Rogério Silveira

Brincadeiras para a câmera do fotógrafo Rogério Silveira

Luciano colocou o pessoal do estúdio para gargalhar.
Ponto positivo para a Lebes, que ultimamente, tem escolhido bem os simpáticos rostos para divulgação de suas Campanhas.
Para quem não lembra, o último simpático da Lebes foi Carmo Dalla Vecchia, que viveu o personagem “Zé Bob na novela “A Favorita”. 
No filme publicitário Lebes, que vai mostrar a partir de março a Campanha Coisas de Mulher para as regiões de cobertura RBS TV Santa Cruz e Caxias do Sul, o “bonitão” da Xuxa deixa transparecer um clima sutil de sedução.
Szafir faz seu texto parecer música romântica para os ouvidos das belas mulheres clientes da Lebes.
Demonstra então, o talento como ator, já que Luciano se prepara para encarar o protagonista de uma novela que deve estreiar em março nas telinhas.

Existe uma ligação forte entre a cidade de São Jerônimo e Triunfo. O Rio Jacuí, um dos principais rios que passam pelo estado é o que divide estas duas cidades. O balanço econômico anual do país aponta Triunfo como a cidade com a melhor renda per capita do RS. Este dado pode ser um contraponto com a cidade de São Jerônimo que apesar de tão próxima, apresenta uma situação bem menos favorecida.

Travessia da Balsa no Rio Jacui - entre São Jerônimo e Triunfo.

Travessia da Balsa no Rio Jacuí - entre São Jerônimo e Triunfo.

São Jerônimo está localizada a 70 Km da capital Porto Alegre. Possui aproximadamente 22 mil habitantes. Nesta cidade – encontramos o centro de uma das regiões do estado, a Região carbonífera – conhecida como a capital dos mineiros há décadas, em função da Usina Termelétrica.

Uma pequena cidade tipicamente interiorana onde não há cinema, e nem shopping. Talvez pela proximidade da Capital isso se justifique, mas para percorrer o trajeto que leva até Porto Alegre é necessário desenbolsar R$ 17,30 em pedágios. Já o valor para travessia de carros pela balsa no Rio Jacuí custa apenas R$ 3,50 – e pode ser considerada uma aventura dependendo das condições climáticas do dia. A barca dos carros, como é chamada pelos usuários leva aproximadamente 30 minutos para fazer a travessia transportando carros e caminhões de um lado a outro da margem do Rio Jacuí. Para a população acostumada com o sistema das barcas, falar sobre a ponte é falar em promessa de político em véspera de eleição. Ninguém acredita mais na obra. Tanto que quando são indagadas sobre isso, antes da resposta – um riso irônico aparece estampado no rosto.

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Para os pedestres as opções são as barquinhas Jaqueline e Ursa Maior que fazem também a travessia, mas os pontos de coleta de passageiros são em locais diferentes e aparentemente, menos perigoso.

A Barquinha Jaqueline do lado da cidade de Triundo/RS

A Barquinha Jaqueline do lado da cidade de Triundo/RS

Em toda a Região Carbonífera são 6 cidades muito próximas, com realidades diferentes; que poderiam ter uma expansão grandiosa com a concretização de um projeto idealizado há anos, mas que nunca saiu do papel: a Ponte que ligaria São Jerônimo à Triunfo que é a porta, ou apenas uma opção para chegar em outras localidades do Estado.

Este projeto, se colocado em prática vai beneficiar muitas pessoas e várias cidades da Região metropolitana e outras regiões também. Charqueadas, São Jerônimo, Butiá, Minas do Leão, Arroio dos Ratos, General Câmara – ganhariam em agilidade no escoamento de produção; no comércio; transporte de aço; transporte de madeira e todo tipo de exportação.

Entre outras acessibilidades o que se destacaria também seria o rápido encontro ao pólo Petroquímico na cidade de Triunfo; ou ainda o contato mais direto com a Gerdau em Charqueadas. O que renderia mais opções de empregabilidade para a população destas cidades que ficam do outro lado do velho Jacuí.

Facilitará também o transporte de estudantes para as Universidades, e conseqüentemente a qualificação profissional local. Será benéfico tanto para a Ulbra SJ que alcançará alunos de Montenegro, Triunfo; como para faculdades na região Metropolitana como por exemplo: Feevale, Unisinos, Ulbra canoas, PUCRS, UFRGS; os estudantes terão acesso mais rápido aos destinos utilizando a Tabaí Canoas (BR 386).

Grandes empresas como Gerdau, Pólo, Lojas Lebes, Multilab, Expresso Vitória – e também de outras cidades fora desta Região já mencionada como Lajeado, Santa Cruz terão acesso mais rápido para outras regiões do estado, por exemplo, para a Serra Gaúcha. Esta Ponte beneficiará o Comércio como um todo; o transporte rápido e credibilizará o avanço.

Para que o progresso chegue nestas cidades, será necessário mobilizar órgãos públicos, toda a população. Há uma Campanha de reivindicações que está sendo trabalhada no município de São Jerônimo. Trata-se da união de comerciantes, políticos, CDL e a primeira turma de Empretec (formandos do curso do Sebrae realizado em S.J.) que se mobiliza em prol da conscientização da população e dos novos prefeitos de São Jerônimo e Triunfo – sobre a importância deste projeto e o progresso urbano.

Publicado por: miraph | 22 novembro, 2008

Ctrl C e CtrL V no texto do Jero!!!

Deus me livre, também, desse jornalismo falcatrua!!! rsrsrs

Antes de mencionar o trabalho abaixo postado – justifico meu Ctrl C e Ctrl V no texto do meu colega “jornalequeiro master” Jerônimo Silvello… rsrsrs O que de fato acontece: é que, essa é nossa Pauta de um mega trabalho da disciplina de Jornalismo On line. Em trio, Jerônimo Silvello, Diego Goulart e eu (Michelle) faremos a exposição de fotos, vídeos e textos e até mesmo um mapa detalhado sobre:

De que forma o progresso interfere na rotina

Para conluir a disciplina de jornalismo on-line, é necessário que os colegas formem grupos para desenvolver uma tarefa específica, usando os diversos recursos da internet. Google maps, fotos e vídeos estão na lista. No nosso caso, três pessoas da sala se reuniram para construir uma reportagem levantando as principais interferências que o progresso, através de uma grande obra, pode trazer na rotina das pessoas.

Em São Jerônimo, Michelle Raphaelli, pretende abrir a discussão sobre a construção de uma ponte que ligará a cidade à Triunfo sob o rio Jacuí. Que tipo de facilidades esse projeto pode trazer é uma das questões. Além de uma maior facilidade no acesso à região metrpolitana, o progresso das indústrias e as pessoas que moram na região, o projeto prevê também uma redução considerável no números de veículos que trafegam pela BR-116. Por outro lado, há pessoas que ganham a vida com a balsa que auxilia na travessia do rio, bem como, pessoas que aquecem o comércio alimentício no trajeto da balsa. Na matéria será abordado de que forma a rotina dos moradores que moram na região pode ser afetada pela criação e finalização da ponte.

Em Porto Alegre o progresso também vai ser abordado. A matéria, desenvolvida por Diego Goulart, pretende tratar dos aspectos positivos e negativos de uma tendência de revitalização da zona Sul, a partir da implementação do BarraShoppingSul e do museu Iberê Camargo. As discuções a respeito do Pontal do Estaleiro Só são parte desta intenção, além da forma em que esses aspectos podem interferir na vida dos moradores da cidade, principalmente na zona Sul.

Outro ponto da Capital que também pode ser considerado como progesso é a ampliação do Aeroporto Internacional Salgado Filho para a copa de 2014. Centenas de pessoas que moram na Vila dos Papaleiros e Dique vão ser deslocadas para outro local que já está em construção. Eu pretendo abordar de que forma essa obra pode interferir na rotina dos moradores da região. Esse vai ser o terceiro ponto a ser abordado no trabalho. O viaduto Leonel Brizolla também trouxe uma nova rotina para os moradores de Canoas e motoristas que se deslocam pela zona Norte. Entre elas, e melhoria no acesso à Terceira Perimetral, via que liga a zona Norte a zona Sul de Porto Alegre.

Publicado por: miraph | 13 novembro, 2008

Um pouco mais de Caco Barcellos

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